No dia 14 de maio de 2020 foi publicada, pela Congregação para o Culto Divino, a epístola Technologicæ Ætate, que trata dos deveres e limitações do ofício sacerdotal no ambiente micronacional.
A epístola, do ponto de vista laterano, é essencial para regulamentar os ofícios religiosos em um ambiente onde simulacros vazios e pretensiosos usurpam direitos e costumes macronacionais, negando a integração que deve existir entre os mundos micro e macro. De acordo com a epístola, a Igreja Católica no Micronacionalismo (ICM), da qual o Estado Laterano gloriosamente participa, age como uma representação da real e única Igreja Católica, liderada pelo Bispo de Roma, o Santo Padre.
Contudo, é reconhecido e respeitado o Direito Canônico. Assim como nós nos constituímos em nações, e nelas existe hierarquia, os cristãos no micronacionalismo constituem-se hierarquicamente, sem, contudo, assumir prerrogativas espirituais dos mesmos. Todos os católicos no micromundo devem saber que o compromisso com a realidade é vital: um leigo no macromundo é um leigo em todos os pontos do Universo, físico ou virtual.
Desta forma, qualquer micronacionalista ao qual foi concedido o ofício religioso não adquire, real ou virtualmente, os poderes espirituais do mesmo. Ele não se torna membro do Clero e tampouco pode celebrar os Santos Sacramentos, mesmo que seja virtual. Qualquer tentativa nesse sentido é puro simulacionismo e, consequentemente, acarretaria todas as graves penas reservadas no Direito Canônico.
Em suma, a epístola é de suma importância para qualquer micronação comprometida com o real exercício do micronacionalismo e a qualquer micronacionalista que deseja exercer e seguir o verdadeiro catolicismo.