I Conferência de Santiago

Na noite do dia 13 de abril de 2020, ocorreu a primeira Conferência de Santiago, que contou com a participação de representantes do Império de Kárnia-Ruthênia, do Império de Villa Alícia, do Reino de Ebenthal, do Principado da Sildávia e do Estado dos Territórios Lateranos. Embora não estivessem representadas, as micronações do Reino de Luna e do Reino de Quinta Velha deram parecer favorável às determinações adotadas.

Os membros decidiram, por unanimidade, não alterar o conteúdo do Tratado de Persenburgo e do Protocolo de Goetha, assumindo as suas cláusulas plenamente. A Conferência, cujo objetivo é reunir micronações derivatistas em um órgão colegiado, passou, também, a receber pedidos de ingresso de qualquer micronação derivatista que busque o desenvolvimento comum e parcerias diplomáticas.

Devido à falta de compreensão de algumas micronações em relação aos recentes eventos, apresentamos uma breve definição dos principais pontos constituintes dos últimos acontecimentos:

Tratado de Persenburgo: Talvez o documento de maior importância e impacto, é um tratado diplomático, assinado no dia 23 de março de 2020, onde seus signatários se comprometem a estabelecer um setor micronacionalista independente e derivatista, chamado Setor Brasileiro. Por esta razão, seus membros comprometem-se em não mais reconhecer micronações que não sejam derivatistas.

Protocolo de Goetha: assinado no dia 30 de março de 2020, foi inspirado pela macronacional “Convenção sobre os Direitos e Deveres dos Estados“, assinada na Cidade de Montevidéu, Uruguai, estabelece a compreensão de que a existência de uma micronação independe de reconhecimento diplomático, assim como determina que nenhum microestado tem o direito de interferir em assuntos internos ou externos de outro.

Tratado de Santiago: produzido nos dias 06 e 07 de abril de 2020, seu objetivo é criar um órgão colegiado derivatista, a fim de promover maior integração e desenvolvimento político entre seus membros. Diferentemente do Tratado de Persenburgo, não estabelece normas de associação ou relação entre seus membros, exigindo apenas que seus membros se comprometam em auxiliar novos projetos derivatistas e em defender (e expandir) o derivatismo.

Conferência de Santiago: organização colegiada criada através do Tratado de Santiago, se reuniu pela primeira vez em 13 de abril de 2020. Tem como função ser plenário para
a criação, debate e desenvolvimento conjunto de atividades e projetos visando unicamente o fortalecimento, divulgação e estruturação do derivatismo brasileiro. Qualquer micronação derivatista pode solicitar ingresso na Conferência, desde que ratifique o Tratado de Santiago. Assim, uma microestado pode ser membro da Conferência, mesmo que não tenha ratificado o Tratado de Persenburgo.

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